Eu nasci e me criei totalmente errada e fora de normatividade.
Fui feita para morrer em cada verso de cada poesia
E eu morri.
Tão fraca, feia, mal vestida
Tão gorda, mal educada, tão burra.
Morri e nem ao menos salvei uma alma se quer.
Morri sem mudar o mundo, morri sem fazer um sorriso.
Morri por morrer. O sol nasceu, as flores no meu túmulo secaram.
O tempo passou e minha morte já era o comum.
Quando eu vivi, não havia mais ninguém.
De minha morte se fez rotina e da minha vida, preconceito.
Não tinha mais ninguém por mim, tudo tinha passado.
Não havia mais uma oração antes de dormir,
Ninguém pensava mais como eu me sentia.
E eu nunca tive certeza de que podia realmente amar.
Eu vivi sem nem ao menos ter uma vida.
Eu abri os olhos e os meus problemas eram só meus,
As minhas lágrimas me afogavam porque não tinha ninguém para enxuga-las.
Eu era o pó derramado no mar e a solução de muitos problemas.
Um mendigo não pode ser agredido com um moeda,
Mas em minha cara, o perdão foi cuspido cheio de catarro e falsa esperança.
Não toque mais em mim, não fale mais o meu nome.
Eu posso provar com cada lágrima sangrenta, quantas vezes eu morri.
Tenho gravado em cada risco, sua voz subentendida me gritando.
Eu errei uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, milhares de infinitas vezes
E eu te pedi perdão. Eu sofri e chorei com cada erro e te pedi perdão.
Mas o meu sofrimento causado por mim mesma não conta.
Me faça sofrer você mesmo. Entre justiça e vingança.
Entre reciprocidade e ego.
Não importa mais. Não sorria mais, nunca mais.
Você me agrediu com suas mãos, com suas palavras,
Você aceitava e agia bem com o meu silêncio,
Mas ouço cada dedo muito bem justificado para me ferir.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
Que dia mais esquisito,
Eu não sei mais
o que quem
é o é o
amor amor
E se eu te tatuar em mim?
Árvores azuis e céus verdes.
Onde está você?
você me me
tomou suou
um sorvete tão
tão quente doce e
salgado calmo
No fundo eu sei
Tudo bem, eu já vou, meu amor
Hoje já fazem exato quatro mil anos que o laranja passou ser tão bem pensado.
Preciso guardar metade de mim ma caixa do passado.
Eu morri, você consegue se lembrar do meu enterro? Usava um terno verde e no fundo do coração, achava graça de me ver com sua roupa favorita. Morri.
Tão lento que cansou parte da plateia atenta. Não derramou uma lágrima, mas chorou de saudade.
Eu poderia mesmo achar fácil brindar de bebida amarga, uma vida tão doce e pastoso amor. Ah, Roxanne, seu nome não poderia ser mais dramático.
Por favor, Roxanne.
Me ame
E seja mais minha esperança.
Eu evitei dizer seu nome porque não paro de repetir. Roxanne.
Você sabia que olho o seu retrato enquanto durmo?
O que eu sinto quando te escrevo é quase tão maturo quanto uma maçã brasileira bem crocante. Quase tão doce quanto quanto um suco de laranja sem açúcar, bem aquele da praça.
Roxanne sorriu.
E sentiu-se vingada.
Volta que o azeite do meu omelete perdeu o gosto.
Shiu. Engole a bronca.
Sorria de novo
Prenda o fio solto no coque e vá.
Entre no caixão e meu "yes". Sempre foi seu. E eu nem morri de amores.
Roxanne, seus pais já não importam e suas transas pelos quartos são tão falsas. Eu te vejo gemer, só não sinto mais. Concorde comigo, que seja por pena.
Não chore por mim, meu amor foi marrom e você é esmeralda bruta. Não pense mais em mim. É a minha última esperança para me desprender da terra e voar.
Como voava.
São notas fora do tom. Você é mas que lá. Eu te prefiro cá. E não pariu. Não entendi como os fatores formaram o resultado, só copiei do quadro negro. Aceitei. Foi e foi. Nem pensei em chorar.
Mas todos os meus órgãos falharam de vez.
Sorria daí, Roxanne
Eu não sei mais
o que quem
é o é o
amor amor
E se eu te tatuar em mim?
Árvores azuis e céus verdes.
Onde está você?
você me me
tomou suou
um sorvete tão
tão quente doce e
salgado calmo
No fundo eu sei
Tudo bem, eu já vou, meu amor
Hoje já fazem exato quatro mil anos que o laranja passou ser tão bem pensado.
Preciso guardar metade de mim ma caixa do passado.
Eu morri, você consegue se lembrar do meu enterro? Usava um terno verde e no fundo do coração, achava graça de me ver com sua roupa favorita. Morri.
Tão lento que cansou parte da plateia atenta. Não derramou uma lágrima, mas chorou de saudade.
Eu poderia mesmo achar fácil brindar de bebida amarga, uma vida tão doce e pastoso amor. Ah, Roxanne, seu nome não poderia ser mais dramático.
Por favor, Roxanne.
Me ame
E seja mais minha esperança.
Eu evitei dizer seu nome porque não paro de repetir. Roxanne.
Você sabia que olho o seu retrato enquanto durmo?
O que eu sinto quando te escrevo é quase tão maturo quanto uma maçã brasileira bem crocante. Quase tão doce quanto quanto um suco de laranja sem açúcar, bem aquele da praça.
Roxanne sorriu.
E sentiu-se vingada.
Volta que o azeite do meu omelete perdeu o gosto.
Shiu. Engole a bronca.
Sorria de novo
Prenda o fio solto no coque e vá.
Entre no caixão e meu "yes". Sempre foi seu. E eu nem morri de amores.
Roxanne, seus pais já não importam e suas transas pelos quartos são tão falsas. Eu te vejo gemer, só não sinto mais. Concorde comigo, que seja por pena.
Não chore por mim, meu amor foi marrom e você é esmeralda bruta. Não pense mais em mim. É a minha última esperança para me desprender da terra e voar.
Como voava.
São notas fora do tom. Você é mas que lá. Eu te prefiro cá. E não pariu. Não entendi como os fatores formaram o resultado, só copiei do quadro negro. Aceitei. Foi e foi. Nem pensei em chorar.
Mas todos os meus órgãos falharam de vez.
Sorria daí, Roxanne
Era uma manhã de sol insuportável. Roxanne nem ao menos se importou em se queimar, ou me deixar vermelho.
Me lembro de usar um terno verde, como prova do meu luto.
Ela abriu as assas, bem esticadas e voou pela sacada da janela. Eu encostei o rosto em uma das vigas do parapeito e deixei as lágrias obstruírem a minha visão.
Cada vez ficando menor. Menor e menor. E passou. Até sangrou, mas acabou. Acabou?
Raxanne nem de perto era santa. Era, na ordem: doce, azeda, doce. E mal criada.
Hoje acho graça de cada meia mania que já me irritou.
Gostaria de voltar no tempo e me fazer direito. Elogiar cada sorriso. E eu elogiei. Mas foi
Era graça, era caro, era infinito e era eterno, mas não era.
Era para ser para sempre, mas não foi,
Roxanne foi. E agora é. Como se pudesse deixar de ser. Eu era tão doce e amargo, que não podia aturar o azedo dela. Quase morri quando Roxanne morreu.
Você consegue se lembrar? Roxanne morreu, mas quem estava na beira da morte, era eu. Tinha até um padre perdoando os meus pecados. Mas aí eu senti um frio na espinha. Roxanne morreu. E eu vivi. Eu vivi porque morrer deixou de ser o pior dos castigos.
Roxanne. Não existem fotografias, não existe tecnologia, não existem as palavras corretas e minha memória é horrível. Minha mãe está na minha frente, se eu fechar meus olhos por um segundo, não me lembro de sua aparência, mas você. Mas quando eu descanso, são seus olhos que eu vejo. Lembro de suas pintas, de seus sinais e lembro de sua barriga. Eu consigo te ver, mas não consigo de ouvir.
Me desculpe, Roxanne.
Eu acredito em tudo ainda, eu faria tudo ainda. Mas não fiz e você se foi. Um vento tão frio e um calor tão intenso, que machuca. Machuca tanto. Você sabe?
Você já sentiu uma gota de chuva antes de chover? Você já tomou banho de chuva e riu do passado triste? E sentiu-se feliz?
Você acha que vou conseguir realizar os meus sonhos, se você não sorri mais dos meus mais ridículos defeitos enraizados? Ou se eu vou conseguir brilhar, se você não me surpreende mais com as coisas mais bonitas do mundo?
Roxanne morreu em uma manhã de sábado. Uma manhã quente, ou fria. Não importava. Era um aniversário. Meu ou dela. Mas era um dia de festa. Como pode uma pessoa morrer em um dia de felicitações? Eu odeio me lembrar de como você era morena e de como seu sorriso destacava sua pele. Eu odeio me procurar em um presente que não existem diamantes, eu odeio viver em um tempo sem Roxanne Doce, azeda, doce. Doce Roxanne sorridente.
Me lembro de usar um terno verde, como prova do meu luto.
Ela abriu as assas, bem esticadas e voou pela sacada da janela. Eu encostei o rosto em uma das vigas do parapeito e deixei as lágrias obstruírem a minha visão.
Cada vez ficando menor. Menor e menor. E passou. Até sangrou, mas acabou. Acabou?
Raxanne nem de perto era santa. Era, na ordem: doce, azeda, doce. E mal criada.
Hoje acho graça de cada meia mania que já me irritou.
Gostaria de voltar no tempo e me fazer direito. Elogiar cada sorriso. E eu elogiei. Mas foi
Era graça, era caro, era infinito e era eterno, mas não era.
Era para ser para sempre, mas não foi,
Roxanne foi. E agora é. Como se pudesse deixar de ser. Eu era tão doce e amargo, que não podia aturar o azedo dela. Quase morri quando Roxanne morreu.
Você consegue se lembrar? Roxanne morreu, mas quem estava na beira da morte, era eu. Tinha até um padre perdoando os meus pecados. Mas aí eu senti um frio na espinha. Roxanne morreu. E eu vivi. Eu vivi porque morrer deixou de ser o pior dos castigos.
Roxanne. Não existem fotografias, não existe tecnologia, não existem as palavras corretas e minha memória é horrível. Minha mãe está na minha frente, se eu fechar meus olhos por um segundo, não me lembro de sua aparência, mas você. Mas quando eu descanso, são seus olhos que eu vejo. Lembro de suas pintas, de seus sinais e lembro de sua barriga. Eu consigo te ver, mas não consigo de ouvir.
Me desculpe, Roxanne.
Eu acredito em tudo ainda, eu faria tudo ainda. Mas não fiz e você se foi. Um vento tão frio e um calor tão intenso, que machuca. Machuca tanto. Você sabe?
Você já sentiu uma gota de chuva antes de chover? Você já tomou banho de chuva e riu do passado triste? E sentiu-se feliz?
Você acha que vou conseguir realizar os meus sonhos, se você não sorri mais dos meus mais ridículos defeitos enraizados? Ou se eu vou conseguir brilhar, se você não me surpreende mais com as coisas mais bonitas do mundo?
Roxanne morreu em uma manhã de sábado. Uma manhã quente, ou fria. Não importava. Era um aniversário. Meu ou dela. Mas era um dia de festa. Como pode uma pessoa morrer em um dia de felicitações? Eu odeio me lembrar de como você era morena e de como seu sorriso destacava sua pele. Eu odeio me procurar em um presente que não existem diamantes, eu odeio viver em um tempo sem Roxanne Doce, azeda, doce. Doce Roxanne sorridente.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Cidades noturnas
Das estrelas azuis, nasceu um pouco de paz.
Os que estavam em desespero, desabaram e de mim só ficou pó.
As luzes da cidade ofuscavam sim, a imensidão do céu,
Mas quase já não notavam.
Eram estrelados e eternos;
Bonitos e jovens;
Apaixonados e infinitos.
Como único grão de areia pode ser.
Eu era saudade e arrependimento,
Enquanto o mar, era fervor.
O cristal que rugia em meus pés, era de vidro, ou açúcar.
Enquanto o mar era fervor.
Eu, quem não era ninguém, nem amarga, nem doce, azedei de cansaço.
Fritei no sol pesado, apenas por um abraço qualquer, apagado pelas lágrimas magoadas.
No fundo não há dor. Apenas o sorriso constrangido, de um passado quase que concluído Por um beijo fadado a viver sem ser.
Um universo dentro do outro.
Infinitos dentro de infinitos e uns maiores que os outros.
O balançar do carro e o aperto no peito.
Saudade doendo na cabeça, em dor física.
Eu sou mais. Eu sou maior.
Eu sou grande demais e não caibo mais em mim.
Uma imensidão de lumes, e os brilhos que me tornaram viva,
Eram vestidos incolores, mas com um sorriso de diamante.
Eu nunca mais vou me apaixonar por outro sorriso.
Ou qualquer outro.
Veste minha blusa velha, que eu quero te ver em mim,
Apertar as mãos e pensar em tudo que somos hoje.
Eu estou mesmo quebrada,
Sem ao menos um real no banco,
Mas se eu tivesse, te chamaria para dormir na casa dos meus pais hoje,
E amanhã, arrumaríamos uma para morarmos juntos.
E eu não precisaria mais parar de dormir no seu ombro.
Eu não estou pronta para te deixar, agora.
Talvez nunca esteja e eu espero que não.
Quero te fazer e te bordar um sorriso.
Costurar meu coração de pano, em seu peito de cobre e assumir que somos de dois mundos,
Mas só existimos em par. Juntos.
Completamente encaixados.
Um quebra-cabeça difícil de montar.
Difícil de deixar de lado.
E bem no meio de duas galáxias, no espaço sideral,
Finalmente nascemos sem dor, sem se quer vestigio de vertigem.
Apenas corpo com corpo.
Alma no espírito.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Eu quero é voz calma
Com o celeste borrado no céu, malas em mãos, fui.
Fui sozinha, onde não cabiam mais cobranças,
Onde gritos e explicações eram um passado sombrio. Fui.
De malas nas mãos, nem disse adeus, apenas corri caminho.
E o passado ficou lá no escuro de uma fotografia tremida.
Onde me deixei cansada, me deixei morta. Uma parte triste de mim, ficou
Em qualquer canto da sala mal iluminada, disfarçando soluços.
Era fácil estar sozinha, já estando sozinha antes. Era fácil.
Nem doía mais a ausência. Doíam os gritos.
Ouvir me culpar por inteiro, metade da responsabilidade.
Era final de fevereiro e o céu ainda era celeste.
Um sinal azul, de um dia tão vazio e triste.
Bonecas bobas, chorando na cabeça das crianças.
Era má. Mar. Quase que sangrava, a dor que fazia.
Mas é assim a vida: quase nada.
Tudo passa, e se passa, nem é mesmo importante.
Procurando sentido nas grandes razões de vida,
Nos grandes sonhos, nas grandes lutas. São mesmo importantes?
De que forma era viver e não achar respeitosa a seriedade?
Valores trocados, ou valores nenhum mesmo.
Não, não tenha deveres comigo, estou cansada das dependências;
Das conversas sérias, das DRs, das explicações.
Cansei de magoar e chorar mágoas.
- Não to afim de te ver hoje.
- Tudo bem, até amanhã.
Me explica porque é absurdo, se as vezes vai por obrigação?
Ah, de qualquer forma, esquece, já passou.
Fui sozinha, onde não cabiam mais cobranças,
Onde gritos e explicações eram um passado sombrio. Fui.
De malas nas mãos, nem disse adeus, apenas corri caminho.
E o passado ficou lá no escuro de uma fotografia tremida.
Onde me deixei cansada, me deixei morta. Uma parte triste de mim, ficou
Em qualquer canto da sala mal iluminada, disfarçando soluços.
Era fácil estar sozinha, já estando sozinha antes. Era fácil.
Nem doía mais a ausência. Doíam os gritos.
Ouvir me culpar por inteiro, metade da responsabilidade.
Era final de fevereiro e o céu ainda era celeste.
Um sinal azul, de um dia tão vazio e triste.
Bonecas bobas, chorando na cabeça das crianças.
Era má. Mar. Quase que sangrava, a dor que fazia.
Mas é assim a vida: quase nada.
Tudo passa, e se passa, nem é mesmo importante.
Procurando sentido nas grandes razões de vida,
Nos grandes sonhos, nas grandes lutas. São mesmo importantes?
De que forma era viver e não achar respeitosa a seriedade?
Valores trocados, ou valores nenhum mesmo.
Não, não tenha deveres comigo, estou cansada das dependências;
Das conversas sérias, das DRs, das explicações.
Cansei de magoar e chorar mágoas.
- Não to afim de te ver hoje.
- Tudo bem, até amanhã.
Me explica porque é absurdo, se as vezes vai por obrigação?
Ah, de qualquer forma, esquece, já passou.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Querido diário.
Depois de uma aula que me dizia ser necessária as experiencias para a criatividade surgir, o vazio e a certeza de que talvez eu esteja fazendo tudo errado desde que eu nasci, voltou. Ou talvez eu tenha acertado uma coisinha na vida, mas já passou. Agora é outra história.
Estou escutando como sempre as mesmas musicas. E até onde eu me encontrava, não me encontro mais. Por que eu não estou mais aqui? Desculpem, me desculpem. É hora de ir.
Depois de uma aula que me dizia ser necessária as experiencias para a criatividade surgir, o vazio e a certeza de que talvez eu esteja fazendo tudo errado desde que eu nasci, voltou. Ou talvez eu tenha acertado uma coisinha na vida, mas já passou. Agora é outra história.
Estou escutando como sempre as mesmas musicas. E até onde eu me encontrava, não me encontro mais. Por que eu não estou mais aqui? Desculpem, me desculpem. É hora de ir.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Como esquecer
Coça aqui.
Você me fez chuva.
O vento soprou no meus
cabelos,
Refrescou minha vida e
choveu amor em mim.
Porque eu quero carregar um
filho seu,
E que seja Sol, ou Ana.
Mas cante para ela, que sua
música produz paz.
Eu quero que seu coração
renasça no meu ventre.
Seu sorriso, com os olhos
fechados e os lábios juntos, rouba todo o meu ar,
Sempre que o vejo sendo tão
protetor e ciumento, cresce ainda mais alegria em mim.
Ou a pequena careta quando a
nota é alta demais,
Ou sua animação quando
alguém diz algo que você concorda...
Ah, como seria bom te ter
aqui.
Você é tão lindo e
manhoso que eu quero te morder todinho.
Se hoje fosse um dia normal,
você seria a minha cama.
E eu seria todo o seu mundo.
Algumas vezes eu só preciso deitar no seu peito e ouvir seu coração bater,
Outras, eu só preciso dormir com um beijo e acordar com outro
(desse forma, parece que me beijou a noite toda)
E eu descanso e acordo como em uma nova vida.
Uma nova vida, com um mesmo amor.
Me ensina, como esquecer.
Ou me encontra no aeroporto de noite e me tira para dançar,
Porque não consigo passar lá, ver a estrelas e não te sentir brilhar em mim
Assinar:
Postagens (Atom)